O reality show "The Voice Brasil", oriundo da franquia holandesa The Voice of Holland e cujos direitos de exibição foram adquiridos, em 2011, pela Rede Globo junto a Endemol, sem dúvida alguma, veio preencher uma carência premente de (bons) programas voltados ao entretenimento nas tardes de domingo.
Tal sucesso repercutiu na internet de tal modo que os videos com as performances dos participantes são bastante requisitados na rede, muito embora não tenham sido disponibilizados no Youtube, pois o acesso é restrito à página do programa: www.globo.com/thevoicebrasil
Repercutiu também e com louvor na página oficial do Facebook, demostrando que em pouco tempo de vida o programa já alçou vôos altos e, até o momento, conseguiu o feito de superar o número de assinantes do outro reality de sucesso da casa, o Big Brother Brasil. O que mais surpreende é que o The Voice Brasil fez sua estréia em pouco mais de um mês, enquanto que o BBB já está sedimentado na programação da emissora há mais de 10 anos.
Aqui, abro uma exceção para comentar sobre o programa em si, fugindo um pouco da proposta do meu blog que é comentar sobre sites, blogues e conteúdos da internet. A direção do programa soube selecionar bem os participantes para o seu casting e o sucesso foi imediato, graças também ao seu formato original e empatia dos jurados-técnicos para com o público de modo geral. Se a intenção a princípio era rivalizar a escolha do público-fãs através da formação de equipes dirigidas pelos famosos técnicos Lulu Santos, Carlinhos Brown, Daniel e Cláudia Leitte, esta estratégia não foi tão bem sucedida assim. O mérito do programa, contudo, é a sua dinâmica que incentiva a competitividade entre os cantores, aliada a uma produção impecável e cuidadosa pré-seleção dos candidatos, conjunto este que fez despertar o interesse imediato do público pelas "vozes", cada qual ao seu estilo. Depois de assistir ao programa, impossível não tomar partido e eleger o seu favorito. Eu já elegi o meu.





